São histórias curtas que, em sua maioria, falam da relação do homem com seus medos e amores. Nestes contos polaroid, Pedro Paixão escreve sempre na primeira pessoa, revelando imensa inteligência, astúcia, humor e sensibilidade.
O autor escreve como se lhe faltasse o ar e vai cativando o leitor com uma leitura agradável, instigante, ágil e sempre com uma incógnita à frente
Extrato do Livro: "Escrever pode ser uma óptima desculpa para quem na vida não tem qualquer esperança. É uma maneira de preencher uma sombra e há momentos em que um beijo escrito vale por muitos. ".
(in : "Confissão", Nos teus braços morreríamos).
Este é um trecho de um dos 39 contos do livro que Pedro Paixão considera sua melhor obra. Segundo o autor este livro é diferente dos outros "Neste não há concessões. Estive muito mais consciente da linguagem...".
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