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Quarta, 30 Outubro 2019 17:58

Perfil dos autores

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Alberto Xavier (Lisboa, 1942 – Rio de Janeiro, 2016) nasceu em Lisboa, Portugal. Foi Doutor em Direito pela Universidade de Lisboa e Professor da Faculdade de Direito daquela Universidade. Em 1975 radicou-se no Brasil, onde exerceu intensa vida universitária e advocacia empresarial. Reputado tributarista, é autor de vastíssima bibliografia na principal área da sua especialidade, publicada no Brasil, em Portugal e no exterior, de que se destacam: Direito Tributário Internacional do Brasil, Do Lançamento no Direito Tributário Brasileiro, Os Princípios da Legalidade e da Tipicidade da Tributação. Publicou várias obras de ficção pela Gryphus Editora. 

Alexandra Reinwarth (Nuremberg, Alemanja - 1973) é uma jornalista e escritora alemã. Ela cresceu em Regensburg, frequentou a Escola Killermann, formou-se no Goethe-Gymnasium e começou a estudar educação social em Munique. A partir de 2000, viveu por muito tempo em Barcelona, onde trabalhou como assistente de produção, produtora de comerciais e autora de livros. Desde 2006, trabalha exclusivamente como escritora, e se mudou para Valência. Em 2017, Alexandra Reinwarth vendeu mais de 360.000 livros na Alemanha; é considerada uma das autoras de não ficção de maior sucesso no mercado de língua alemã. Ela aborda principalmente experiências pessoais e problemas cotidianos em suas obras. 

Alcio Braz (Rio de Janeiro, 1956) é médico psiquiatra formado pela UFRJ (IPUB), psicanalista (SPCRJ) e mestre em antropologia social. Trabalha com cuidados contemplativos para pacientes portadores de doenças graves e incuráveis. É também monge soto zen budista. Praticou o Zen inicialmente em 1992 no Templo (Rinzai) de Sounin-ji, Ueno, Tóquio, sob orientação de Bunkei Yamamoto Sensei. Foi encaminhado por Yamamoto Sensei para praticar sob supervisão de Eido Shimano Roshi, na Zen Studies Society, em Nova Iorque, em 1993 e 1994. Em 1995 passou a praticar sob supervisão do Monge Marcos Ryokyu e do Mestre Tokuda Igarashi Roshi, no Rio de Janeiro, fazendo os votos de monge soto zen perante Mestre Tokuda e a Sangha, em 12 de outubro de 2001, em Pirenópolis, Goiás, no terreno do futuro Mosteiro de Eisho-ji. Desde 1999 orienta a Sangha Zen do Rio de Janeiro, inicialmente numa sala no Leblon, depois em Eininji - Templo do Cuidado Amoroso Eterno, no Jardim Botânico, atualmente em sua sede em Copacabana. Em 2012 passou a ser aluno da mestra zen americana Joan Halifax. É viúvo, tem três filhas, uma neta, além de vários amigos caninos e felinos.

Alejandro Jodorowsky (Tocopilla, Chile, 17 de fevereiro de 1929) é um cineasta, ator, poeta, escritor (filmes e histórias em quadrinhos) e psicólogo ("psicomago", como se autodenomina) chileno. Em 1953 mudou-se para Paris onde estudou mímica com Marcel Marceau. Trabalhou com Maurice Chevalier e fez seu primeiro filme, "La Cravate", até há pouco tempo dado como perdido. Também em Paris ele conheceu Roland Topor e Fernando Arrabal, e juntos criaram o Moviment Panique em 1962. Em 1970, Jodorowsky lançou "El Topo", um faroeste surrealista criativo e vanguardista. Graças a seu mais ilustre fã, o beatle John Lennon, o filme foi muito comentado e distribuído na América, alcançando status de "cult". Em 1973, lança "The Holy Mountain". Em 1975, retorna à França, onde tenta fazer uma versão cinematográfica do romance "Duna", de Frank Herbert, que teria a participação de Orson Welles e Salvador Dali, trilha sonora de Pink Floyd, e a colaboração visual dos artistas H. R. Giger, Dan O'Bannon e Möebius. O financiamento do filme foi retirado, e o romance acabou sendo filmado nos Estados Unidos por David Lynch. Entretanto, ainda inspirados pela história de Duna, Jodorowsky e Möebius criam a série de ficção científica em história em quadrinhos L'Incal (O Incal, no Brasil) em 1983. O filme seguinte de Jodorowsky foi Tusk, de 1978, a história da amizade entre uma garota e um elefante. No início dos anos 1980, Jodorowsky dedica-se a escrever histórias em quadrinhos, em diversas parcerias, a mais famosa delas com Moebius, e também continuou escrevendo livros. Em 1989 volta ao cinema com "Santa Sangre", que foi muito elogiado pela crítica e teve boa distribuição. Em 1990 dirigiu Omar Shareef e Peter O'Toole em "The Rainbow Thief". 

Armelle Enders é francesa. Graduou-se em História pela École Normale Superieure de Paris(1988), doutorado em Historia pela Université de Paris IV (Paris-Sorbonne)(1993) e pós-doutorado pela Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne)(2004). Atualmente é Professora da Université de Paris IV (Paris-Sorbonne). Especializou-se em  História do Brasil nos séculos 19 e 20 e colonização europeia.

Baden Powell (Varre-Sai, 6 de agosto de 1937 — Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2000), foi um violonista brasileiro. É considerado um dos maiores músicos brasileiros de sua época e um dos maiores violonistas de todos os tempos. 

Bën Mähren Qadësh, Deepaka Sankara Veda (Dipankara Vedas) e Misha’Ël Yehudá Bën Yisrael Há’Levi são os nomes espirituais de Paulo Sergio Batalini. Nasceu em 1966 em São Paulo. É escritor e poeta, membro do grupo mundial Poetas Del Mundo, autor de várias obras. Místico hebreu, foi o rabino fundador e presidente da Associação Cabalista Mundial - Gará Kulam Moshav - Grupo Aisha Ha´Or e da Hayk´la Arazuta d´Madvra (A Comunidade Mística do Deserto), hoje extinta. Humanista e pacifista, foi indicado para ser membro dos Poetas Del Mundo pela Embaixadora Universal da Paz, a Dra. Delasniev Daspet Miranda. Em março de 2009, o Rabi Misha’Ël criou o Projeto Qiriát Ha-Zohar (Projeto Leitura do Zohar) com a finalidade de distribuir gratuitamente o Zohar para pessoas carentes e colocar um livro do Zohar Sagrado em cada casa no Brasil. Recebendo a ajuda do Sr. Americo Somermman, da Polar Editorial e o Editor do Livro do Zohar no Brasil, versão compilada pelo Rabi Ariel Bension, que doou 10 exemplares do Zohar para serem distribuídos. O Projeto está em andamento.

Benjamim Santos nasceu na cidade de Parnaíba, no Piauí. Na década de 1960, mudou-se para Recife, onde estudou na Faculdade Direito, e Filosofia, o Seminário de Olinda. De volta ao Recife, fundou o Grupo Construção, trabalhou no Teatro Popular do Nordeste, grupo dirigido pelo encenador Hermilo Borba Filho, e fundou o Teatro de Arribação, que levava espetáculos aos engenhos de cana-de-açúcar. Durante cinco anos manteve uma coluna de teatro no Jornal do Commercio, no Recife (PE).A partir dos anos setenta, residindo no Rio de Janeiro, além do teatro infantil, destacou-se como autor de grandes espetáculos ao ar livre, como Paixão de Cristo, nos Arcos da Lapa, e sobretudo como diretor de shows de música popular, tendo dirigido Quarteto em Cy, Nara Leão, Kleiton e Kledir, Ângela Maria, MPB-4, Marlene e muitos outros. Atualmente, Benjamim Santos vive em Parnaíba e continua sua carreira de escritor.

Cariê Lindenberg (Rio de Janeiro, 1936) é um escritor e empresário brasileiro. Filho do político Carlos Fernando Monteiro Lindenberg, é dono da Rede Gazeta de Comunicações no Espírito Santo. 

Chögyam Trungpa (Tibet, 5 de março de 1939 – Halifax 4 de abril de 1987) foi um mestre de meditação budista detentor das linhagens Kagyu e Nyingma, o décimo primeiro Trungpa tülku, um tertön, supremo abade dos mosteiros de Surmang, estudioso, professor, poeta, artista e autor de uma reapresentação radical da visão de Shambhala. Reconhecido pelos budistas tibetanos e por outros praticantes espirituais e estudiosos como um professor proeminente do budismo tibetano, ele foi uma figura importante na disseminação do budismo para o Ocidente, fundando a Universidade Vajradhatu e Naropa e estabelecendo o método Shambhala Training. Dentre suas contribuições ao budismo estão a tradução de numerosos textos tibetanos, a introdução dos ensinamentos Vajrayana no Ocidente e uma apresentação do Buddhadharma em grande parte desprovida de adornos étnicos. Trungpa cunhou o termo “materialismo espiritual”. Alguns de seus métodos e ações de ensino foram objeto de controvérsia durante sua vida e depois de sua morte.

Chris Ryan (Reino Unido - 1961) é autor, apresentador de televisão, consultor de segurança e ex-sargento do Serviço Aéreo Especial. Após a publicação em 1993 do livro Bravo Two Zero, de Andy McNab, seu colega no exército, Ryan publicou seu próprio relato de suas experiências durante a missão Bravo Two Zero, em 1995, intitulada The One That Got Away. Desde que se aposentou do Exército Britânico, Ryan publicou vários livros de ficção e não ficção, incluindo Strike Back, que foi posteriormente adaptado em uma série de televisão para Sky 1, e co-criou a série de ação ITV Ultimate Force. Ele também apresentou ou apareceu em inúmeros documentários de televisão relacionados às forças armadas ou policiais.

Claudio Rendina (Roma, 21 de julho de 1938) é escritor, poeta e jornalista italiano. Estudioso da cidade de Roma e de sua história, estreou em 1959 com a publicação do Cuore di ragazzo (Editora Rebellato, Pádua), um livro de poemas com prefácio do crítico e poeta Giorgio Caproni. É autor de inúmeros volumes sobre história, cujo tema predominante é Roma, com suass personagens e monumentos, a Igreja Católica e o Vaticano, tratados de um ponto de vista fortemente crítico. Ele editou e traduziu obras de romancistas e poetas principalmente da literatura francesa do século XIX.Também é autor de uma antologia poética intitulada Patchwork, com um prefácio de Mario Lunetta, publicado pela Il Ventaglio em 1989, obtendo o Prêmio Calliope. Em novembro de 1994, junto com Roberto Rendina, fundou a editora Rendina Editori, com sede em Roma. Ele dirigiu a revista Roma ontem, hoje, amanhã; é responsável por uma coluna no jornal la Repubblica Romana, relacionados à história, arte e folclore da cidade de Capitolino.

Cristopher Nolan (Londres, 30 de julho de 1970) é um diretor de cinema, roteirista e produtor britânico. Seus nove longas-metragens já arrecadaram o equivalente a mais de 4,2 bilhões de dólares em todo o mundo, fazendo do diretor um dos mais bem-sucedidos comercialmente da moderna Hollywood. Christopher co-escreveu vários de seus filmes com o irmão Jonathan Nolan, e administra a produtora Syncopy Inc. com a esposa e parceira de trabalho, Emma Thomas. As obras de Nolan costumam carregar fortes influências filosóficas, sociológicas e éticas, a partir de conceitos que exploram temas como a moralidade humana, a construção do tempo e a natureza maleável da memória e da identidade pessoal. Seu trabalho é permeado por elementos metafictícios, deslocações temporais, perspectivas solipsistas, narrativa não-linear e relações análogas entre a linguagem visual e os elementos narrativos. Christopher é tido como um dos mais inovadores contadores de história e criadores de imagem em atividade na indústria cinematográfica contemporânea e é comumente elogiado pela crítica por integrar elementos do cinema de arte ao formato de blockbuster

Cyrille Javary (França, 1947) é sinologo. Estudou chinês de 1975 na Universidade de Vincennes e foi para Taiwan entre 1979 e 1981. Ele é “coach” de empresários em colaboração e negociação com parceiros asiáticos, vinculado ao grupo Lotus Bleu de INALCO. Escreveu várias obras sobre o Yi Jing (I Ching).

David Lynch (Missoula, 20 de janeiro de 1946) é um diretor, roteirista, produtor, artista visual, músico, autor e ocasional ator norte-americano. Conhecido por seus filmes surrealistas, ele desenvolveu seu próprio estilo cinematográfico, que foi chamado de "Lynchiano", que é caracterizado por imagens de sonhos e meticuloso desenho sonoro. Nascido em uma família de classe média em Missoula, Montana, Lynch passou sua infância viajando pelos Estados Unidos, antes de ir estudar pintura na Academia de Belas Artes da Pensilvânia na Filadélfia, onde fez a transição para produzir curtas. Decidindo dedicar-se totalmente a esse meio, ele se mudou para Los Angeles, onde produziu seu primeiro filme, o terror surrealista Eraserhead (1977). Depois de Eraserhead se tornar um clássico cult no circuito de filmes de arte, Lynch foi contratado para dirigir The Elephant Man (1980), com o qual conseguiu sucesso comercial. Foi então contratado pela De Laurentiis Entertainment Group para fazer mais dois filmes: o épico de ficção científica Dune (1984), que foi um fracasso de crítica e bilheteria, e um de crime neo-noir Blue Velvet, que foi muito aclamado. Criou então a sua própria série de televisão com Mark Frost, a popularíssima Twin Peaks (1990-1992, 2017), e criou a prequela cinematográfica Twin Peaks: Fire Walk with Me (1992); um “road movie”, Wild at Heart (1990), e um filme de família, The Straight Story (1999), no mesmo período. Mergulhando no surrealismo, três de seus filmes seguintes trabalham com uma estrutura não-linear da "lógica do sonho", Lost Highway (1997), Mulholland Drive (2001) e Inland Empire (2006). Neste meio tempo, Lynch abraçou a internet como meio, produzindo vários programas para a web, como a animação DumbLand (2002) e o sitcom surreal Rabbits (2002). 

Edgar Hilsenrath (Alemanha, 2 de abril de 1926 - 30 de dezembro de 2018) foi um escritor judeu-alemão e sobrevivente do Holocausto. Escreveu vários romances de ficção que davam uma visão não envernizada do Holocausto, parcialmente baseada em suas próprias experiências em um campo de concentração nazista. Suas principais obras são Noite, O nazista e o barbeiro e A história do último pensamento. Depois de fugir da Alemanha nazista em 1944, viveu na Palestina e na França, antes de se estabelecer na cidade de Nova York em 1951, onde viveu por 24 anos e publicou seus primeiros romances. Embora fosse um cidadão naturalizado nos Estados Unidos, escolheu voltar para a Alemanha em 1975, onde viveu até sua morte em 2018.

Eve Ensler (Nova York - 25 de maio de 1953) é dramaturga, atriz, feminista e ativista americana, mais conhecida por sua peça The Vagina Monologues. Em 2006, Charles Isherwood, do The New York Times, chamou os Monólogos da Vagina "provavelmente a peça mais importante do teatro político da última década". Em 2011, Ensler recebeu o Isabelle Stevenson Award no 65º Tony Awards, que reconhece um indivíduo da comunidade teatral que contribui seu tempo e esforço em nome de organizações humanitárias, de serviço social ou de caridade. Ensler recebeu este prêmio por sua criação do movimento sem fins lucrativos o Dia V, que arrecada dinheiro e educa o público sobre a violência contra as mulheres e os esforços para impedi-la.

Fancis Hime (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1939) é um compositor, arranjador, pianista e cantor brasileiro. Possui formação em composição, regência, harmonia e arranjo.

Francisco José Viegas (Portugal - 14 de março de 1962) é jornalista, escritor e editor português. Na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa obteve em 1983 a sua licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas. Terminado o curso, enveredou pelo jornalismo. Ao longo da sua carreira como jornalista, colaborou em diversos veículos da imprensa portuguesa — Jornal de Letras, Expresso, Semanário, O Liberal, O Jornal, Se7e, Diário de Notícias, O Independente, Record, Visão, Notícias Magazine, Elle, Volta ao Mundo e Oceanos; foi diretor das revistas Ler e Grande Reportagem, bem como da Gazeta dos Desportos, além de editor da revista Oceanos. Também teve uma presença regular na televisão — foi autor e apresentador dos programas Escrita em Dia (SIC), Falatório (RTP2), Ler Para Crer (RTP2), Prazeres (RTP1), Um Café no Majestic (RTP2), Primeira Página (RTP1), Livro Aberto (RTP-N), Nada de Cultura (TVI24), sendo em seguida um dos âncoras fixos do programa A Torto e a Direito na TVI24. É comentador regular na CMTV e, desde 2008, colunista diário do Correio da Manhã. Na rádio, tendo sido comentador da TSF, apresentou a versão radiofónica de Escrita em Dia, na Antena 1. Além do jornalismo, Francisco José Viegas é importante autor da literatura portuguesa de finais do século XX e inícios do século XXI, tendo publicado obras de poesia, romance, conto, peça de teatro e relatos de viagens. Sua obra está publicada noutros países, na Europa e na América Latina, Brasil, França, República Checa, Sérvia, Alemanha, Itália e Colômbia. O seu romance policial Longe de Manaus (2005) valeu-lhe o Grande Prêmio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. É autor do blog A Origem das Espécies. Como editor, é diretor da Quetzal. 

Gian Fabra (Rio de Janeiro, 16 de Outubro de 1965) é um músico, escritor, compositor e produtor musical brasileiro. Começou a carreira profissional em 1987 como baixista da banda Buana 4. Tocou também com diversos artistas como Leo Jaime e Legião Urbana. Sua banda atual se chama Tantra, com a qual tem três álbuns gravados: Eles não eram nada (1996), A Febre dos Sonhos (2006) e O Fim da Infância (2009), este último com a participação de Carmem Manfredini. Como compositor destaca-se pelas letras, com músicas gravadas por artistas como Biquíni Cavadão e Marcelo Bonfá, entre outros. Em 2016, lançou seu livro de estreia: Baile das Almas - um romance musical, pela editora Gryphus. 

Guillermo Arriaga (Cidade do México, 13 de março de 1958) é um escritor, cineasta, produtor cinematográfico e roteirista mexicano.  Graduou-se em Ciências da Comunicação e em História. Além de "Um doce aroma de morte", Guillermo Arriaga escreveu outros dois romances: "O búfalo da noite" e "Esquadrão Guilhotina" e assim como o livro de contos "Retorno 201". Ele se define como "um caçador que trabalha como escritor", e se tornou muito conhecido por seu Oscar de Melhor Roteiro Original e BAFTA de Melhor Roteiro Original por Babel, e pelo seu roteiro Os Três Enterros de Melquiades Estrada, que recebeu o prêmio Prêmio de Melhor Roteiro de Cannes em 2005.

Guillermo Cabrera Infante (Gibara, Cuba, 22 de abril de 1929 - Londres, 21 de fevereiro de 2005) foi um escritor cubano naturalizado britânico. Além de ser romancista, contista e ensaísta, escreveu poemas visuais e roteiros cinematográficos. Nascido em Gibara, província do Oriente, migrou para Havana com seus pais. Começou a estudar medicina, mas abandonou a carreira para virar redator da revista Boehmia. Em 1949 criou o semanal Nova Geração (em espanhol Nueva Generación) e em 1950 ingressou na Escola de Jornalismo. Dois anos depois, após a aparição de um relato na Boehmia, foi preso. Nos anos seguintes não pôde finalizar seus trabalhos com seu próprio nome, e por isso usou um pseudônimo (G. Caín). Em 1951 fundou a Cinemateca de Cuba e escrevia sobre cinema na revista Carteles, onde três anos depois foi nomeado redator chefe. Dirigiu o Conselho Nacional de Cuba, e nesse mesmo ano, como editor de Revolucíon, criou o suplemento literário Lunes, que durou pouco tempo. Em 1962 foi nomeado attaché cultural de Cuba em Bruxelas, cargo que desempenhou até 1965, antes de romper com o governo de Fidel Castro. Residiu em Bruxelas até sua morte, em 21 de fevereiro de 2005. O escritor descreveu a sua vida em Bruxelas como "uma espécie de Sibéria", e só aceitou o serviço porque não aguentava mais viver em Havana. 

Henrique de Senna Fernandes (Macau, 15 de outubro de 1923 - 4 de outubro de 2010), foi um ilustre escritor e advogado macaense. Filho de uma das mais antigas e ilustres famílias de luso-descendentes de Macau, teve uma vida próspera com os seus onze irmãos até ao início da Segunda Guerra Mundial, quando o pai perdeu o dinheiro da família na Bolsa de Valores de Hong Kong. Mesmo com as dificuldades, nunca desistiu e conseguiu graduar-se em direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Voltando a Macau, montou um escritório e exerceu advocacia, mas apenas para conseguir independência financeira. As suas grandes paixões e vocações foram o ensino e a escrita. No campo do ensino, foi professor e diretor da Escola Comercial Pedro Nolasco e presidente da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses. Como advogado, foi presidente da direção da Associação dos Advogados de Macau em 1991-1995. No campo da escrita, ele retratou a Macau antiga dos anos 30, 40 e 50, através dos seus livros "Nam Van - Contos de Macau", "Amor e Dedinhos de Pé", "A Trança Feiticeira" e "Mong-Há - Contos de Macau". Dois dos seus livros ("A Trança Feiticeira" e "Amor e Dedinhos de Pé") foram adaptados ao cinema. 

Jean-Marc Eyssalet é doutor em medicina e acupunturista, e é fundador do Instituto para o Desenvolvimento de Estudos em Energética e Sinologia (IDEES).

Joan  Halifax (EUA, 30 de julho de 1942) é uma professora americana de zen budista, antropóloga, ecologista, ativista de direitos civis, cuidadora de hospitais e autora de vários livros sobre budismo e espiritualidade. Atualmente, atua como abade e professora orientadora do Upaya Zen Center, em Santa Fé, Novo México, uma comunidade Zen pacificadora que ela fundou em 1990. Halifax-roshi recebeu a transmissão do Dharma de Bernard Glassman e Thich Nhat Hanh, e estudou anteriormente com o Mestre coreano Seung Sahn. Nos anos 70, colaborou em projetos de pesquisa sobre LSD com seu ex-marido Stanislav Grof, e com Joseph Campbell e Alan Lomax. Estabeleceu a Fundação Ojai, na Califórnia, que liderou de 1979 a 1989. Como budista socialmente engajada, Halifax fez um extenso trabalho com os moribundos através de seu Projeto sobre Estar com a Morte (que ela fundou). Ela faz parte do conselho de administração do Mind and Life Institute, uma organização sem fins lucrativos dedicada a explorar o relacionamento da ciência e do budismo.

Jorge Salomão (Jequié, Bahia, 3 de novembro de 1946) é um poeta brasileiro, compositor e diretor de teatro. Publicou cinco livros: Mosaical (1996), O olho do tempo (1997), Campo da Amerika (1998), Sonoro (1999) e Alguns poemas e + alguns (2016). É irmão do também poeta e compositor Waly Salomão.

José Alberto Braga JAAB (Braga, Portugal - 1944) é um jornalista e escritor português. Emigrou para o Rio de Janeiro, aos 15 anos e, depois de diversos trabalhos na área do comércio, passou ao jornalismo, especialmente no "Jornal do Brasil” e “Tribuna da Imprensa", bem como 'O Pasquim", semanário de referência nos meios culturais e humorísticos, do qual foi redator. O jornalista desenvolveu ainda atividades no teatro (trabalhou na peça Feiticeiras de Salém ao lado de Mário Lago, direção de Oswaldo Loureiro) na rádio (Bandeirantes) e televisão (extinta Tupi), dando particular relevo informativo à cultura portuguesa no Brasil. No Rio de Janeiro fundou um jornal e duas revistas dedicadas aos assuntos portugueses. O autor regressou a Portugal em 1982, como correspondente do Jornal do Commercio do Rio de Janeiro. Colaborou semanalmente, durante uma década, no jornal “Diário de Notícias” e ainda no "Jornal de Letras”, “Comércio do Porto” e “Público”. Junto com o Embaixador José Aparecido de Oliveira, participou ativamente da fase de criação da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). É fundador da revista 'Lusofonia'. José Alberto Braga publicou ainda textos de humor nas revistas “Época”, Élan, “Mais”, no semanário "Expresso” e outros jornais portugueses. Participou da televisão portuguesa na qualidade de comentador de assuntos de política internacional. Também em Portugal, foi Presidente da Associação da Imprensa Estrangeira. 

José Eduardo Agualusa (Huambo, 13 de Dezembro de 1960) é um jornalista, escritor e editor angolano de ascendência portuguesa e brasileira. Estudou agronomia e silvicultura no Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa. Colaborou com o jornal português Público desde a sua fundação; na revista de domingo desse diário (Pública) assinava uma crónica quinzenal. Escreve crônicas para a revista portuguesa LER, para o jornal brasileiro O Globo e para o portal Rede Angola. Na RDP África foi realizador do programa A Hora das Cigarras, sobre música e poesia africana. O seu primeiro romance - A Conjura - recebeu o Prémio de Revelação Sonangol. Com Nação Crioula foi distinguido com o Grande Prêmio Literário RTP. Fronteiras Perdidas obteve o Grande Prêmio de Conto Camilo Castelo Branco da Associação Portuguesa de Escritores, enquanto Estranhões e Bizarrocos obteve o Grande Prêmio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, em 2002. Em 2007 recebeu o prestigioso "Prêmio Independente de Ficção Estrangeira", promovido pelo diário britânico The Independent em colaboração com o Conselho das Artes do Reino Unido, pelo livro O Vendedor de Passados. Foi o primeiro escritor africano a receber tal distinção. Em 2017, ganhou o Prêmio Literário Internacional IMPAC de Dublin pela obra Teoria Geral do Esquecimento

Joy Cowley (Nova Zelândia – 1936) é uma autora neozelandesa mais conhecida pela ficção infantil, incluindo a popular série de livros Mrs. Wishy-Washy. Ela começou a escrever romances para adultos, e seu primeiro livro, Nest in a Falling Tree (1967), foi adaptado para o cinema por Roald Dahl. Foi lançado 1971 com o título de The Night Digger. Após seu sucesso nos Estados Unidos, Cowley escreveu vários outros romances, incluindo Man of Straw (1972), Of Men and Angels (1972), The Mandrake Root (1975) e The Growing Season (1979). Seus temas típicos são a infidelidade conjugal, doença mental e morte, conforme vivenciados nas famílias. Cowley também publicou várias coleções de contos, incluindo Two of a Kind (1984) e Heart Attack and Other Stories (1985). Hoje ela é mais conhecida por livros infantis, como O Silencioso (1981), que foi transformado em um filme de 1985. Outros incluem Bow Down Shadrach (1991) e sua sequela, Gladly, Here I Come (1994).Escreveu quarenta e um livros ilustrados, como O Pato na Arma (1969), O Terrível Taniwha de Timberditch (1982), Salmagundi (1985) e O Queijo Trap (1995). O Pato na Arma e Salmagundi são explicitamente livros anti-guerra. Ela é ativamente envolvida na formação de leitores e em ajudar as pessoas com dificuldades de leitura.

Laurent Seksik (Nice, 1962) é um escritor e médico francês. Com sua trilogia Os Últimos Dias de Stefan Zweig, O caso Eduard Einstein e Romain Gary entram em guerra, ele é considerado um dos mestres da exoficção francesa. Seus livros são traduzidos em todo o mundo, suas peças foram apresentadas nos maiores teatros de Paris.

Leandro Braga (São José dos Campos, São Paulo, 27 de julho de 1955) é pianista, arranjador e compositor brasileiro. Começou seus estudos no piano clássico aos 4 anos de idade, em sua cidade natal. Em 1972 ingressou na faculdade de Medicina, na qual graduou-se em 1978, na cidade de Sorocaba, São Paulo. Durante a faculdade, aproximou-se de músicos profissionais ligados à música popular, principalmente ao jazz e à música brasileira. Estudou arranjo, orquestração, harmonia, entre outros estudos, com Amylson Godoy, Nelson Ayres e Hilton Valente (Gogô). Seu maior mestre e inspirador foi o pianista, compositor e arranjador Luizinho Eça. Ainda hoje, Luizinho representa sua maior influência e inspiração na música. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, em 1988, cidade onde reside até hoje, iniciou seus primeiros trabalhos, como sua participação na banda de Beth Carvalho. Desde então, começou a ser pleiteado como arranjador, gravando, assim, diversas canções com artistas consagrados da música brasileira, como: Chico Buarque, Caetano Veloso, Simone, Djavan, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Tim Maia, Elba Ramalho, Guinga, Leny Andrade, Fafá de Belém, Adriana Calcanhoto, além da própria Beth Carvalho e outros. Dentre seus trabalhos, foi diretor musical, arranjador e pianista de Ney Matogrosso.

Lilian Fontes (Rio de Janeiro, 1958) graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Santa Úrsula (1982), e fez mestrado em COMUNICAÇÃO pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997) e doutorado em COMUNICAÇÃO E CULTURA pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009), com o apoio Capes/CNPq. Como participante do Grupo Ethos, Escola de Comunicação-UFRJ, iniciou pesquisa sobre FICÇÃO TELEVISIVA, mais especificamente, séries televisivas. O término da concessão de bolsa foi em 2015, mas continua colaborando para a pesquisa com o Grupo Ethos- UFRJ. Autora de livros de ficção (romances e contos), ensaios e biografias, tem experiência na área de Letras, com ênfase na literatura brasileira; estudos culturais; na área de comunicação, com ênfase em jornalismo e televisão; na área de arquitetura e urbanismo. Com formação multidisciplinar, tem formação em cursos de filosofia não institucionais.

Lucía Puenzo (Buenos Aires, 28 de novembro de 1976) é cineasta, diretora e roteirista argentina, que também trabalha com produção e pesquisa executiva. Puenzo foi treinada em Roteiro Cinematográfico na Escola Nacional de Experimentação e Produção de Filmes (ENERC) de Buenos Aires, tendo se formado em 2000. Estreou como romancista em 2004 com o livro O Menino Peixe e desde então escreveu vários outros: Nove Minutos (2005), A Maldição de Jacinta Pichimahuida (2007), A Fúria da Lagosta (2009), O Médico Alemão (2010), que foram traduzidos para diversas línguas. Antes da publicação desses livros, Lucía Puenzo havia trabalhado no cinema como roteirista e, em 2007, dirigiu seu primeiro filme, XXY, com o qual ganhou mais de 20 prêmios internacionais, incluindo o Grande Prêmio da Semana da Crítica no Festival de Cannes daquele ano. O filme foi candidato a Goya e ganhou o Ariel pelo melhor filme estrangeiro; também recebeu prêmios de melhor filme e melhor direção nos festivais de Edimburgo, Bangcoc, Atenas e Montreal, entre outros. No ano seguinte ela fez Los invisibles e em 2009 lançou a primeira adaptação de um romance O Menino Peixe. Em 2013, ela levou filmou o seu romance O Médico Alemão (Wakolda), que se passa em Bariloche e trata da permanência na Argentina do criminoso nazista Josef Mengele. No Segundo Festival Internacional de Cinema Unasul, realizado em San Juan, ele ganhou quatro prêmios: melhor filme, melhor direção (Lucía Puenzo), melhor atriz (Natalia Oreiro) e revelação (Florencia Bado). Em 2010, a revista britânica Granta em espanhol a selecionou como uma dos 22 melhores escritoras em língua espanhola com menos de 35 anos.3 Ela é filha do também diretor de cinema Luis Puenzo.

Lulu Martin (Rio de Janeiro, 1958) é instrumentista (pianista e tecladista), compositor e professor de piano. É filho do empresário e pianista amador Hugo Lima, autor das canções "Você não sabe amar" e "Rua deserta", ambas em parceria com Dorival Caymmi e Carlos Guinle. Iniciou seus estudos de piano no Rio de Janeiro recebendo aulas particulares. Em 1975, mudou-se para Boston, onde deu continuidade aos estudos musicais (...)Em 1980, ao lado de Paulinho Soledade (guitarra), Arthur Maia (baixo), Idriss Boudrioua (sax), Don Harrys (trompete), Cláudio Infante (bateria) e Julio Gamarra (percussão), integrou o grupo Garage, com o qual se apresentou em vários espaços cariocas, participou do Festival de Jazz de Brasília e dos eventos paralelos do I Festival de Montreux de São Paulo. O grupo foi premiado pela Sociedade Brasileira de Jazz, na categoria Melhor Banda. Ainda na década de 1980, juntamente com Leoni, Jorge Shy e Alfredo Dias Gomes, fez parte do conjunto de rock Heróis da Resistência, com o qual gravou os LPs "Heróis da Resistência" (1987) e "Religio" (1988). Ao longo de sua carreira, trabalhou com diversos artistas, como Lulu Santos, Ed Motta, Angela Rô Rô, Luiz Melodia e Zezé Motta, e participou de cinco edições do "Projeto Pixinguinha", acompanhando Joanna, Angela Rô Rô, Zezé Motta, Luiz Melodia, Lulu Santos, Tânia Alves, Otávio Burnier, Júnior Mendes, Ed Motta, Tim Maia, Carmem Costa, Wanderley Cardoso, Márcio Montarroyos, Azymuth, Banda Sorte e Jane Duboc. Apresentou-se em bares e casas noturnas cariocas ao lado de Cássio Tucunduva, Claudio Infante, Wilson Meirelles e também com a Rio Jazz Orchestra. Atuou em várias peças teatrais e musicais, como "Na Era do Rádio" e "Cafona sim, e daí?", do diretor Sérgio Britto. Participou de gravações em discos de Alfredo Dias Gomes ("Alfredo Dias Gomes", de 1991) e Ed Motta ("Entre e ouça", de 1992 e "Ed Motta ao vivo", de 1994).

Luís Aguilar (Entroncamento, Portugal - 23 de Fevereiro de 1982) é autor, comentarista e analista de futebol com várias obras publicadas, entre as quais El Português, a biografia do ex-futebolista Paulo Futre. Iniciou sua carreira jornalística no diário desportivo Record, em 2002. Mais tarde, em 2004, foi um dos fundadores e diretor editorial da Inversus (revista temática de cultura urbana e reportagem social). Para além da imprensa escrita, foi locutor de rádio da extinta ECO FM. Em 2009, escreveu o seu primeiro livro, intitulado Jogo Sujo (biografia do ex-futebolista Paulo Futre, onde são feitas várias relações sobre o uso de doping desportivo no futebol português). Seguiu-se o romance Sexo, Morte e Futebol. Em 2011, regressou às biografias das grandes figuras do futebol português com  El Português. No mesmo ano, lançou o seu quarto livro, intitulado Correio de Droga. A obra conta a história verdadeira de um antigo militar português que entrou numa rede internacional de narcotráfico. Nos últimos anos tem colaborado com várias publicações de referência portuguesas, entre as quais de destacam o Record e a Sábado. Além da atividade jornalística e literária, também leciona em cursos de escrita criativa e desenvolve vários projetos como argumentista para cinema, televisão e teatro. 

Maharishi Mahesh Yogi (Jabalpur, Índia, 12 de janeiro de 1918 - Vlodrop, Países Baixos, 5 de Fevereiro de 2008), foi um guru indiano fundador da Meditação Transcendental. Maharishi pode ser considerado um dos principais divulgadores da meditação no Ocidente a nível de massas. Antes dele houve outros (como Paramahansa Yogananda, nas décadas de 20 a 40), mas não tiveram o impacto e a amplitude da Meditação Transcendental, uma técnica simples, eficaz e com resultados rápidos. Teve o mérito de conseguir que a meditação fosse estudada seriamente pelos cientistas e avaliados alguns dos seus efeitos a nível físico e psicológico.

Maicon Tenfen nasceu em Ituporanga (SC) no dia 31 de dezembro de 1975. É formado em Letras na FURB (Universidade de Blumenau), onde hoje é professor de literatura e coordenador da Editora Universitária. Concluiu o Mestrado em Literatura Brasileira (2002) e o Doutorado em Teoria Literária (2006) na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Por mais de dez anos escreveu crônicas semanais para o Diário Catarinense (2002-2013). Também colaborou com o Jornal de Santa Catarina, assinando uma coluna diária entre 2007 e 2011. Escreveu resenhas e artigos de opinião para o Jornal do Brasil e a revista Veja. Participou de cursos de roteiro para cinema e TV com Syd Field, William Rabkin e Robert McKee. Desde 2016 coordena a equipe de roteiristas responsáveis pela série de animação Boris e Rufus, atualmente em exibição pelo canal a cabo Disney XD no Brasil e em toda a américa hispânica. A série também é exibida na TV Cultura. A partir da publicação do primeiro livro, em 1996, lançou duas dezenas de títulos entre crônicas, contos, ensaios e romances. Por duas vezes recebeu o primeiro lugar no Concurso de Contos Paulo Leminski, promovido pela Unioeste de Toledo (PR). Também foi primeiro lugar no Concurso Nacional de Contos de Araçatuba (SC). Quissamã: O Império dos Capoeiras foi finalista do Prêmio Jabuti em 2015 na categoria juvenil. O Manuscrito, uma autobiografia ficcional do poeta Álvares de Azevedo, foi finalista da edição 2018 do Prêmio Leya. 

Manuel Rui (Huambo, Angola - 4 de novembro de 1941) é  escritor, poeta e dramaturgo angolano. Muitos dos seus trabalhos contêm ironia, comédia e humor sobre o que ocorreu após a independência de Angola. Frequentou a Universidade de Coimbra, em Portugal e graduou-se em Direito em 1969. Praticou direito em Coimbra e Viseu durante a guerra pela independência em Angola. Enquanto estudante, morou na instituição Kimbo dos Sobas, onde só viviam angolanos. Nesta época, conheceu Ruy Mingas (músico, antigo ministro dos Desportos em Angola e ex-embaixador de Angola em Portugal) e reencontrou a professora e escritora Gabriela Antunes.  Em Coimbra, foi redator da revista Vértice, dirigiu a Centelha Editora, onde publicou A Onda, em 1973, e colaborou com o Centro de Estudos Literários da Associação Acadêmica. Após a revolução de 25 de Abril de 1974, regressou a Angola para assumir a reitoria da recém criada Universidade de Nova Lisboa (atual Universidade José Eduardo dos Santos).  No pós-independência tornou-se Ministro da Informação do MPLA no governo de transição estabelecido pelo Acordo do Alvor. Foi também o primeiro representante de Angola na Organização da Unidade Africana e nas Nações Unidas. Foi ainda Diretor do Departamento de Orientação Revolucionária e do Departamento dos Assuntos Estrangeiros do MPLA. Manuel Rui foi membro fundador da União dos Artistas e Compositores Angolanos, da União dos Escritores Angolanos e da Sociedade de Autores Angolanos.  No plano académico, Manuel Rui foi diretor da Faculdade de Letras do Lubango (atual Universidade Mandume ya Ndemufayo) e do Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla.

Marcelo Auler (1955, Rio de Janeiro) é um jornalista e escritor brasileiro. Trabalhou para os principais jornais do país nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Recebeu o Prêmio Esso de Jornalismo em equipe (1992) e o Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa (1993).

Marcos Eduardo Neves (1975, Rio de Janeiro) é escritor, jornalista, editor e membro da Academia Brasileira de Literatura. Lançou em 2015 a biografia do ex-jogador de futebol Alex, que atuou no Fenerbahçe, na Turquia. Alex – A Biografia vendeu 10 mil cópias em nove meses. Atualmente em fase de adaptação para o mercado turco. Tem oito livros publicados, passou por importantes redações cariocas e colabora regularmente com as revistas Placar, Trip, Lola e Tam nas Nuvens. Relançou em 2012 o livro Nunca Houve um Homem como Heleno, pela Zahar. A obra serviu de base para o roteiro de Heleno, filme de José Henrique Fonseca com Rodrigo Santoro no papel-título. Seu livro Vendedor de Sonhos – A vida e a obra de Roberto Medina (Melhoramentos, 2006) foi traduzido e lançado em Portugal pela Palavra (2006) e na Espanha pela Nowtilus (2008). Publicou as biografias do juiz de Direito Francisco Horta (O Maquinista, Maanaim, 2009), do ex-jogador Renato Gaúcho (Anjo ou demônio, Gryphus, 2002), dos empresários Jacob e Clara Steinberg (Servenco sobrenome Steinberg, Rotativa, 2011) e do desembargador Aloysio Maria Teixeira (Vivendo Direito, Edições Consultor, 2014). Lançou em 2013 o livro 20 Jogos Eternos do Flamengo, pela Maquinária. Sua empresa, Rotativa, é especializada em fazer livros por encomenda.

Marília Trindade Barboza da Silva (Rio de Janeiro) é pesquisadora, autora e compositora. Nasceu e foi criada no bairro carioca de Vila Izabel. É graduada em letras  pela PUC-RJ e em Direito pela UFRJ, tornando-se mestre em linguistica pela PUC-RJ. No início dos anos 60 conheceu o professor de língua portuguesa Arthur de Oliveira que se tornou seu parceiro na autoria de livros como Cartola: os tempos idos e Pixinguinha: filho de Ogum Bexiguento. Escreveu mais de 15 livros, produziu discos, documentários em vídeo e shows, dirigiu espetáculos musicais, além de ser compositora com parceiros do calibre de João de Aquino, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, dentre outros.

Mark Epstein (1953, EUA) é psiquiatra com consultório particular na cidade de Nova York e autor de vários livros sobre a interface do budismo e da psicoterapia, incluindo Pensamentos sem pensador, Partir-se sem quebrar e Continuar a ser, dentre outros. Seu mais novo trabalho é O Trauma da Vida Cotidiana. Ele recebeu seu diploma de graduação e medicina na Universidade de Harvard e atualmente é professor assistente clínico no Programa de Pós-Doutorado em Psicoterapia e Psicanálise na Universidade de Nova York. Epstein é budista praticante desde os vinte e poucos anos, quando viajou para o mosteiro budista da floresta de Ajahn Chah, perto de Bangkok, Tailândia, juntamente com seus professores budistas americanos Joseph Goldstein, Jack Kornfield e Richard Alpert. É um editor colaborador de Tricycle: The Buddhist Review. Suas obras lidam com os ensinamentos orientais difíceis e contra-intuitivos do não-eu. 

Mark Shatz é professor de psicologia na Ohio University, Zanesvill, EUA. Possui vasta experiência como professor e conferencista. Já publicou vários trabalhos acadêmicos, alguns deles sobre como usar o humor para melhorar o aprendizado.

Mel Helitzer (18 de outubro, 1924 – 11 de abril, 2009) foi professor da Escola de Jornalismo E.W. Scripps da Universidade de Ohio, onde lecionava publicidade esportiva, promoção e relações públicas na Escola de Pós-Graduação em Ciências Recreativas e Esportivas.

Murilo Badaró (Minas Novas, 13 de setembro de 1931 - Belo Horizonte, 14 de junho de 2010) foi um advogado, escritor, orador e político brasileiro. Foi ministro da Indústria e Comércio do Brasil, de 22 de agosto de 1984 a 15 de março de 1985, no governo João Figueiredo. Murilo Badaró escreveu diversas obras. Entre elas estão as premiadas biografias de políticos mineiros do século XX, tais como Gustavo Capanema, José Maria Alkmin, Milton Campos e, por fim, lançou em 2010, a do ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal Bilac Pinto.

Nílton Santos (Rio de Janeiro, 16 de maio de 1925 - Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2013), foi um jogador de futebol brasileiro que atuava como lateral-esquerdo. Em 2000, foi eleito pela FIFA como o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos. Integrou o plantel da seleção brasileira nos campeonatos mundiais de 1950, 1954, 1958 e 1962, tendo sido bicampeão nas duas últimas. Foi chamado de "A Enciclopédia do Futebol" por seus conhecimentos e por ser completo como jogador, pois foi o precursor em arriscar subidas ao ataque através da lateral do campo. Revolucionou a posição de lateral-esquerdo, utilizando-se de sua versatilidade ao defender e atacar, inclusive marcando gols, numa época do futebol que apenas tinha a função defensiva. 

Pedro Butcher (Rio de Janeiro, 1971) é jornalista, professor e pesquisador especializado em cinema, com experiência em comunicação e foco em linguagem cinematográfica, história do cinema e mercado cinematográfico (produção, distribuição e exibição). Atualmente é crítico de cinema no jornal A Folha de SP e editor do Filme B (www.filmeb.com.br).

Pedro Paixão (Lisboa, 7 de Fevereiro de 1956) é escritor e fotógrafo português. Filho de um engenheiro agrônomo, originário da Beira Alta, e de uma farmacêutica natural de Pawtucket, Rhode Island, embora luso-descendente, Pedro Paixão estudou no Liceu Francês Charles Lepierre e no Liceu Normal de Pedro Nunes. Depois foi estudar Economia no Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa. Ao fim de três anos optaria pela Filosofia, partindo para a Bélgica, onde se licenciou (1983) e doutorou (1986), pela Universidade Católica de Lovaina. A sua tese de doutoramento versou sobre o conceito de vida. Lecionou na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Em 1988, com Miguel Esteves Cardoso, fundou a empresa de publicidade Massa Cinzenta, do qual foi sócio-gerente até 1995. Também, por volta de 1987-88, ao lado de Miguel Esteves Cardoso e Paulo Portas, ajudou a fundar o jornal O Independente, integrando o seu Conselho de Direção nos primeiros sete números. Ainda hoje colabora com a imprensa, ocasionalmente com Público e, mensalmente, na revista Playboy. Estreou na literatura com A Noiva Judia, em 1992. Tem publicados ao todo dezoito livros, dois álbuns de fotografia, duas peças de teatro e um texto para ópera, além de ter escrito também roteiros para filmes. A temática do amor, quase sempre frustrado ou à beira da frustração, ocupa uma grande parte do universo ficcional do autor. A mulher, nas suas diversas manifestações (musa, demônio, aparição, sonho e tentação) aparece na vida dos seus personagens para logo desaparecer, permanentemente ou não. O paradoxo entre Filosofia e Religião é constante. 

Pedro Paulo Negrini é advogado e escritor. Atuou na advocacia criminal, especializado em defesas perante o Tribunal do Júri, durante cinco anos em Santos, depois mais dez anos em São Paulo/SP, em sociedade com o advogado Iberê Bandeira de Mello. Com este formou o escritório BANDEIRA DE MELLO NEGRINI. Em 1968 criou o escritório NEGRINI ADVOGADOS ASSOCIADOS, em sociedade com a advogada Mara Tinel Stein Negrini. O escritório especializou-se na repressão a fraudes contra o seguro e foi contratado pelo CONVÊNIO DE SEGURO DE DPVAT para oferecer milhares de representações criminais contra fraudadores desse seguro. Desde 2007 passou a operar empresas, de diversos serviços, as quais passaram a integrar o GRUPO NEGRINI, da qual é presidente do Conselho.

Pema Chödrön, também conhecida como Deirdre Blomfield-Brown, (Nova York, 1936) é uma monja budista na tradição Vajrayana tibetana da linhagem de Chögyam Trungpa. Escreveu diversos livros sobre Budismo e sua aplicação no dia a dia. Ela reside em Gampo Abbey, um monastério em Cape Breton, Nova Escócia, Canada. 

Péris Ribeiro é jornalista esportivo há mais de 30 anos. Em meados da década de 70 ingressou na Revista Placar – na época a número 1do País – tendo colaborado também com O Estado de SP, O Globo, Folha de SP, Jornal do Brasil e Lance! Pesquisador dos melhores do País, já escreveu três livros e ganhou vários prêmios literários.

Rafael Casé é jornalista formado pela UERJ com larga experiência em televisão. É editor-chefe do programa "Observatório da Imprensa" na TV Brasil. Botafoguense de coração, é autor de vários livros sobre A Estrela Solitária.

Ralph Alexander é autor de trabalhos de pesquisa científica e relatórios técnicos. Tem doutorado em Física pela Universidade de Oxford, atuou como pesquisador em laboratórios na Europa e Austrália e foi professor da Universidade Wayne State em Detroit. Atualmente é analista de mercado sênior de materiais ecológicos e processos industriais.

Renato Lombardi (1945 – Nápoles, Itália) começou a carreira como contínuo – cargo atualmente conhecido como office boy – no jornal Última Hora, no Vale do Anhangabaú, São Paulo, Capital. Passou a repórter aos 19 anos, trabalhando na sucursal do jornal em Santo André. Especializou-se no setor policial. Em 1965, com a ditadura militar, o jornal fechou a sucursal e Renato foi trabalhar no Notícias Populares. Em 1970 foi convidado para trabalhar na sucursal de O Globo em São Paulo, onde ficou até junho de 1977, como repórter encarregado de coberturas da área de Segurança. Em 1977, foi trabalhar em O Estado de S. Paulo, onde ficou até maio de 2004. Atuou na editoria de Cidades como repórter especial. Participou das principais coberturas do jornal. Em 1992, entrevistou João Acácio, conhecido como o Bandido da Luz Vermelha – que já estava preso há 25 anos – e produziu uma reportagem que ressaltava o isolamento e a realidade que o cercava. Em maio de 2004 decidiu deixar o jornalismo escrito e trabalhar exclusivamente na TV Bandeirantes, onde já estava há certo tempo. Simultaneamente, atuava também na rádio Bandeirantes. Depois de deixar o Estadão e a Band, trabalhou por quatro anos na TV Cultura, de outubro de 2004 a agosto de 2009. É, desde então, comentarista de Segurança e Justiça da Rede Record.

Ruy Cinatti (Londres, 8 de Março de 1915 - Lisboa, 12 de Outubro de 1986) foi um poeta, antropólogo e agrônomo português. De 1946 a 1947 e de 1951 a 1955 viveu em Timor, estabelecendo fortes laços com a população local. Elaborou uma tese de licenciatura, através da Junta de Investigações do Ultramar, dividindo-a em dois livros: Explorações Botânicas em Timor e Reconhecimento Preliminar das Formações Florestais no Timor Português.

Sharon Salzberg (EUA - 5 de agosto de 1952) é  autora best-seller do New York Times  e professora de práticas de meditação budista no Ocidente. Em 1974, ela co-fundou a Insight Meditation Society em Barre, Massachusetts, com Jack Kornfield e Joseph Goldstein. Sua ênfase está nos métodos vipassanā (insight) e mettā (bondade),  e lidera retiros de meditação em todo o mundo há mais de três décadas.  Todos esses métodos têm suas origens na tradição budista Theravada. Seus livros incluem Lovingkindness: A Arte Revolucionária da Felicidade (1995), Um coração tão amplo quanto o mundo (1999), Felicidade real - O poder da meditação: um programa de 28 dias (2010), publicado no The New York Times Best Lista de vendedores em 2011 e o seguimento Felicidade real no trabalho (2013).

Valéria Portugal é doutora em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ - 2016) tendo sido bolsista da CAPES. Atua em pesquisas na área de epistemologia, neurociências e consciência humana. Desenvolveu parte da pesquisa de Doutorado no Center for Brain, Cognition and Consciousness da Maharishi University of Management (MUM) em Iowa, USA. Integra a equipe do LAMAE (NCE/UFRJ) no desenvolvimento de projeto de coleta de dados eletroencefalográficos para o estudo da consciência. Integra grupo de pesquisa na UFRJ na área de desenvolvimento de consciência. Possui mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010) como bolsista da CAPES, especialização em Neuroanatomia (2005), graduação em Fisioterapia pela Universidade Estácio de Sá (2004) e graduação em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1991), onde recebeu bolsa de Iniciação Científica do CNPQ por 4 anos consecutivos. Atua principalmente nos seguintes temas: consciência, funcionamento cerebral e desenvolvimento da consciência através de técnicas meditativas. Atualmente é Diretora do Centro de Pesquisas do Instituto David Lynch - Brasil.

Victoria Shorr-Perkins. O primeiro romance de Victoria Shorr, Backlands, foi nomeado um dos dez primeiros romances da Booklist em 2015. Co-fundou a Archer School for Girls e a Pine Ridge Girls 'School em Dakota do Sul, a primeira faculdade independente e cultural. pré-escolar para meninas em uma reserva indígena na América. Ela mora em Nova York e Califórnia.

Virginio Cordeiro (Petrópolis em 13 de outubro de 1939 – 2015). Era formado  em medicina pela Universidade Católica de Petrópolis e fez mestrado em reumatologia  pela UFRJ. Viajar sempre foi o seu hobby, e escreveu diversos livros sobre suas aventuras.

Vitor Gagliardo (Rio de Janeiro , 1982) é formado em Comunicação Social. É jornalista concursado da Empresa Brasil de Comunicação atuando como é chefe de reportagem da TV Brasil. Também trabalha como repórter na Rio TV Câmara, a emissora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. 

Wilson Figueiredo (Castelo, 29 de Julho de 1924) é um jornalista, poeta e escritor brasileiro. Nascido em 1924 no Espírito Santo e criado em Minas Gerais, veio para o Rio de Janeiro na década de 50. Viúvo e pai de 4 filhos, continua em atividade como jornalista e escritor. Por quase 50 anos foi editorialista, redator, colunista e comentarista político do Jornal do Brasil. Neste tempo, trabalhou com nomes como Fernando Sabino, Henfil, Ricardo Boechat, Antônio Calado, Ferreira Gullar, Alberto Dines e outros nomes da imprensa brasileira. Poeta na juventude em Belo Horizonte - no tempo em que seus amigos Fernando Sabino, Otto Lara Rezende, Paulo Mendes Campos, Sábato Magaldi e Hélio Pellegrino também se iniciavam na literatura - lançou o livro de poesias "A Mecânica do Azul" (1946), com capa de Burle Marx e apresentação de Tristão de Athayde. Esta obra é citada no livro de memórias de Fernando Sabino, o "Jogo de Damas" e elogiada por Mário de Andrade, por quem era chamado de "Figueiró". Segundo Nelson Rodrigues, Wilson Figueiredo conseguiu fazer jornalismo com uma percepção mais sensível da realidade: “Geralmente, nós jornalistas modernos, temos a mania da objetividade, por isso, não enxergamos nada, somos cegos para as evidências mais ululantes. O Wilson não. É poeta e, como tal, está sempre a um milímetro de delírio”. Ainda em atividade, é jornalista na FSB Comunicação e mora no Rio de Janeiro. Em 2011, foi lançada sua biografia profissional "E a vida continua: a trajetória profissional de Wilson Figueiredo". Em parceria com a historiadora Vanuza Moreira Braga, vem organizando em livros, os textos escritos ao longo de 70 anos de carreira, que vêm sendo publicados pela Gryphus Editora.

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